BOSTON, Mass. — Robert Chalmer afirma que seu cão de serviço, Cohen, foi impedido de entrar no ginásio TD Garden, em Boston, apesar de já ter tido a entrada permitida inúmeras vezes anteriormente.
Ao tentar acessar o local para um evento (Beanpot), Chalmer acredita que suas respostas nervosas fizeram com que a equipe de segurança confundisse seu cão de serviço com um animal de suporte emocional. Chalmer explicou: “Ele me ajuda com ansiedade e autismo”.
De acordo com a lei federal americana, locais públicos podem fazer apenas duas perguntas: “Este é um cão de serviço?” e “Qual tarefa ele foi treinado para realizar?”. Animais de suporte emocional, que oferecem apenas conforto, não têm o mesmo direito de acesso a arenas esportivas que cães de serviço treinados para tarefas específicas.
A administração do local afirmou que seguiu a lei ao fazer as perguntas e que o ocorrido foi um mal-entendido.
Chalmer mencionou que a fiscalização está mais rigorosa devido a pessoas que tentam usar cães comuns como se fossem de serviço, o que acaba prejudicando quem realmente precisa, como ele. Especialistas sugerem que pessoas com dificuldades de comunicação sob pressão levem as respostas por escrito para evitar situações semelhantes.
Foto: Boston 25 News







