Stoughton, Mass. — A família de Sandra Birchmore quer que os advogados de Matthew Farwell parem de entrar em contato com eles.
O ex-policial de Stoughton, Massachusetts, é acusado de matar Birchmore, de 23 anos, quando ela estava grávida de três meses e de montar a cena para parecer um suicídio.
Ele se declarou inocente, mas a família de Birchmore afirma que os advogados de Farwell apareceram sem aviso prévio na casa deles fazendo perguntas sobre o caso. Agora, pedem ao Estado que emita uma ordem proibindo qualquer contato da equipe de defesa de Farwell.
Segundo o The Boston Globe, a tia de Birchmore, Darlene Smith, entrou com um pedido judicial no dia 10 de abril, dizendo que dois investigadores da equipe jurídica de Farwell visitaram, em fevereiro, o apartamento do filho adulto dela, fazendo perguntas sobre um processo por morte injusta que a família de Birchmore moveu contra Farwell e outros dois policiais de Stoughton.
Birchmore foi encontrada morta em seu apartamento em Canton em 2021. Ela estava grávida de três meses na época. Farwell é acusado de iniciar um relacionamento com Birchmore quando ela tinha 15 anos e ele 26.
Em documentos judiciais divulgados na semana passada, os promotores disseram que as evidências que ligam Farwell ao assassinato ficaram ainda mais fortes desde que ele foi acusado pela primeira vez, já que o DNA encontrado no local agora o conecta ao objeto usado para matar Birchmore, além de novas informações que vieram à tona sobre o relacionamento sexual entre os dois e os esforços que ele fez para escondê-lo.
Eles também observaram que, seja verdade ou não, “as evidências indicam que Farwell acreditava ser o pai do filho que Birchmore estava esperando”. Os advogados de defesa afirmam que já foi determinado que ele não era o pai da criança e que outra pessoa, não identificada, seria o pai.
Fotos e arte: NBC Boston




